terça-feira, outubro 11, 2005
Portadores de Deficiência tem dia?
COMEMORA-SE HOJE DIA DO DEFICIENTE FÍSICO
Particularmente não entendo assim. Não se pode desprezar as milhares de dificuldades a serem enfrentadas pelos portadores de deficiências. A começar pelo termo. Chamar de "deficiente" é pejorativo mas há muitos que ainda usar o termo.
O politicamente correto seria portador de necessidades especiais.
Mesmo que se fique medindo o tamanho do preconceito pelo tratamento aos portadores de deficiência, o que se pode entender e quero chamar a atenção aqui é que temos um descaso público sempre à mostra. Negligência sempre batendo à porta que diz "sociedade existem pessoas que, por exemplo, andam de cadeira de rodas!"...
Eis que os problemas urbanos são tantos para os ditos "sem deficiência", o que dirá para os que necessitam de cuidados especiais?
Um dos focos é a acessibilidade. A atual Política Nacional de Desenvolvimento Urbano já prevê este foco. Mas entre o que se pode pôr em prática e a necessidade de um universo de milhões há um abismo que toda ação que se faz é muito bem-vinda. Com este entendimento do que vem a ser o tamanho do problema, pode-se começar qualquer discussão saudável. Há muitos que não podem andar nas calçadas, ou sequer entrar em determinados ambientes porque suas arquiteturas não estão prevendo, no mínimo, espaço para os cadeirantes (como muitos são chamados os que estão sobre rodas).
Particularmente não entendo assim. Não se pode desprezar as milhares de dificuldades a serem enfrentadas pelos portadores de deficiências. A começar pelo termo. Chamar de "deficiente" é pejorativo mas há muitos que ainda usar o termo.
O politicamente correto seria portador de necessidades especiais.
Mesmo que se fique medindo o tamanho do preconceito pelo tratamento aos portadores de deficiência, o que se pode entender e quero chamar a atenção aqui é que temos um descaso público sempre à mostra. Negligência sempre batendo à porta que diz "sociedade existem pessoas que, por exemplo, andam de cadeira de rodas!"...
Eis que os problemas urbanos são tantos para os ditos "sem deficiência", o que dirá para os que necessitam de cuidados especiais?
Um dos focos é a acessibilidade. A atual Política Nacional de Desenvolvimento Urbano já prevê este foco. Mas entre o que se pode pôr em prática e a necessidade de um universo de milhões há um abismo que toda ação que se faz é muito bem-vinda. Com este entendimento do que vem a ser o tamanho do problema, pode-se começar qualquer discussão saudável. Há muitos que não podem andar nas calçadas, ou sequer entrar em determinados ambientes porque suas arquiteturas não estão prevendo, no mínimo, espaço para os cadeirantes (como muitos são chamados os que estão sobre rodas).

