quinta-feira, novembro 24, 2005
César Maia e a entrevista do presidente
Várias consultas foram feitas. A governadora Rosinha do RJ, presidente da ALERJ e alguns prefeitos e parlamentares foram procurados. Ainda não retornaram.
Embora o presidente Lula tenha abordado os assuntos de âmbito nacional, várias de suas colocações tiveram o Rio de Janeiro como foco. Por isso, nós deste blog consultamos vários cariocas. Consultado, o prefeito do Rio de Janeiro, César Maia, transmitiu às 11:01h por e-mail com exclusividade a este blog suas impressões sobre a entrevista:
"Há um momento em que o desgaste politico é de tal ordem, que a exposição constante do politico só faz aumentar ainda mais o desgaste. É um ponto de saturação, onde mais grave que a impopularidade é a perda de respeito da população. É isso que está ocorrendo com o Lula. Ele continua repetindo as bobagens de sempre, chutando números e fazendo promessas, (Vou construir uma siderúrgica no RGN, vou construir isso, vou fazer a transposição do S. Francisco). São obras que precisariam ter começado a fins de 2003 para terem alguma chance de progredir. Fala da economia -e mente- pois vivemos mais um momento de recessão e estagnação da taxa de desemprego. Quem ouve -muda de dial."
Embora o presidente Lula tenha abordado os assuntos de âmbito nacional, várias de suas colocações tiveram o Rio de Janeiro como foco. Por isso, nós deste blog consultamos vários cariocas. Consultado, o prefeito do Rio de Janeiro, César Maia, transmitiu às 11:01h por e-mail com exclusividade a este blog suas impressões sobre a entrevista:
"Há um momento em que o desgaste politico é de tal ordem, que a exposição constante do politico só faz aumentar ainda mais o desgaste. É um ponto de saturação, onde mais grave que a impopularidade é a perda de respeito da população. É isso que está ocorrendo com o Lula. Ele continua repetindo as bobagens de sempre, chutando números e fazendo promessas, (Vou construir uma siderúrgica no RGN, vou construir isso, vou fazer a transposição do S. Francisco). São obras que precisariam ter começado a fins de 2003 para terem alguma chance de progredir. Fala da economia -e mente- pois vivemos mais um momento de recessão e estagnação da taxa de desemprego. Quem ouve -muda de dial."

