sexta-feira, novembro 18, 2005
Edição de vídeos
Li no IDGNow que as edições de vídeo serão cada vez mais comuns. Para vídeos caseiros com imagens de familiares e pessoais o que a pesquisa feita pela Pinnacle mostra é algo que na época (de 1987 a 1996) nós víamos como sendo algo muito concreto.
Me lembro de discussões homéricas com o pessoal de produção que diziam que a grande vedete era a sofisticação do equipamento. Ao contrário do que eles dizam, eu e mais alguns, defendíamos que o principal era, e ainda é, a criatividade do ser humano.
Máquina, recurso tecnológico, sofisticação de câmera, 'spotlight' poderoso, etc e tal, não substitui as mãos dos criativos que as usam.
Uma idéia na cabeça e várias horas de edição pode ser mais e mais acessível. Embora sejam muitos interessados nessas novas tecnologias, não nos esqueçamos que a mesma seleção natural que a fotografia sofreu, o 'video-tape' está sofrendo. Ficam os talentosos e os equipamentos passam. Não posso ser irresponsável em dizer que se tivermos um bom recurso tecnológico para produzir bons conteúdos, aí sim, unem-se o útil e o agradável.
O único detalhe que incomoda a quem faz edição digital é a transferência de imagem (renderização) que para poucos minutos leva um tempo grande. Tudo vai depender do equipamento que se usa e ficar de olho nas versões de programas de edição.
Mesmo que a Pinnacle tenha auferido 94% de homens atuando nas edições, desde 1995 já via muitas mulheres no ramo. Inclusive, e principalmente, empunhando as câmeras. Eram poucas devido ao peso, mas víamos algumas sim. Hoje, muito mais. Com 1kg ou até 2kgkg mais leves, as câmeras de vídeo para elas ficaram mais acessíveis e tão normal quanto para os homens.
Me lembro de discussões homéricas com o pessoal de produção que diziam que a grande vedete era a sofisticação do equipamento. Ao contrário do que eles dizam, eu e mais alguns, defendíamos que o principal era, e ainda é, a criatividade do ser humano.
Máquina, recurso tecnológico, sofisticação de câmera, 'spotlight' poderoso, etc e tal, não substitui as mãos dos criativos que as usam.
Uma idéia na cabeça e várias horas de edição pode ser mais e mais acessível. Embora sejam muitos interessados nessas novas tecnologias, não nos esqueçamos que a mesma seleção natural que a fotografia sofreu, o 'video-tape' está sofrendo. Ficam os talentosos e os equipamentos passam. Não posso ser irresponsável em dizer que se tivermos um bom recurso tecnológico para produzir bons conteúdos, aí sim, unem-se o útil e o agradável.
O único detalhe que incomoda a quem faz edição digital é a transferência de imagem (renderização) que para poucos minutos leva um tempo grande. Tudo vai depender do equipamento que se usa e ficar de olho nas versões de programas de edição.
Mesmo que a Pinnacle tenha auferido 94% de homens atuando nas edições, desde 1995 já via muitas mulheres no ramo. Inclusive, e principalmente, empunhando as câmeras. Eram poucas devido ao peso, mas víamos algumas sim. Hoje, muito mais. Com 1kg ou até 2kgkg mais leves, as câmeras de vídeo para elas ficaram mais acessíveis e tão normal quanto para os homens.

