sexta-feira, dezembro 09, 2005
Recordações de 58
Papirando uma coleção guardada pelo meu saudoso pai, achei uma revista Manchete Esportiva de 24 de janeiro de 1959. Extraí desta publicação aqui pra vocês uma reportagem feita por Ney Bianchi e Jader Neves:
"A COPA DOS 16 GOLS
Para chegar onde chegou, ao título mundial invicto, o Brasil teve que ferir a fundo por dezesseis vezes, seus adversários. Seus dezesseis gols na Copa. Todos, sem excessão, figuram hoje na Galeria de Recordações do Campeonato. Não foi o Brasil quem fêz mais tentos no torneio. Mas certamente, foi o que fêz os mais bonitos. Sobretudo, os decisivos, para a sexta história da taça Jules Rimet. Daí êsses gols merecem figurar destacadamente, aqui. Pelé (6), Vavá (5), Mazzola (2), Didi (1), Zagalo (1) e Nílton Santos (1) foram os nossos artilheiros. Cada gol tem uma história. E são essas histórias que trazemos a vocês, neste álbum que se destina a imortalizar a maior façanha do futebol brasileiro em todos os tempos.
Achei curioso pelo termo "tento" (gol), pela menção a taça Jules Rimet (Criada a pedido da Federação Internacional de Futebol Associação FIFA, em 1928, pela Joalheria Cristofle, de Paris e roubada da CBF) e pelos nomes dos craques.
"A COPA DOS 16 GOLS
Para chegar onde chegou, ao título mundial invicto, o Brasil teve que ferir a fundo por dezesseis vezes, seus adversários. Seus dezesseis gols na Copa. Todos, sem excessão, figuram hoje na Galeria de Recordações do Campeonato. Não foi o Brasil quem fêz mais tentos no torneio. Mas certamente, foi o que fêz os mais bonitos. Sobretudo, os decisivos, para a sexta história da taça Jules Rimet. Daí êsses gols merecem figurar destacadamente, aqui. Pelé (6), Vavá (5), Mazzola (2), Didi (1), Zagalo (1) e Nílton Santos (1) foram os nossos artilheiros. Cada gol tem uma história. E são essas histórias que trazemos a vocês, neste álbum que se destina a imortalizar a maior façanha do futebol brasileiro em todos os tempos.
Achei curioso pelo termo "tento" (gol), pela menção a taça Jules Rimet (Criada a pedido da Federação Internacional de Futebol Associação FIFA, em 1928, pela Joalheria Cristofle, de Paris e roubada da CBF) e pelos nomes dos craques.

