quarta-feira, dezembro 14, 2005
Responsabilidade social
Comentários por Cleber Carneiro Motta - administrador e especialista em responsabilidade social
CICLO DE VIDA
Claramente, a Responsabilidade Social tem a ver com o crescimento econômico, a evolução social e a conservação do meio ambiente visando desenvolver e realizar, de maneira harmônica, a otimização dos atores componentes de qualquer sociedade humana, diante dos desafios do novo século.
Dentro desse contexto, a eficiência das atividades do homem é necessária para se um desenvolvimento sustentável que satisfaça os resultados obtidos de determinada atividade com os impactos produzidos sobre o meio ambiente, em termos de consumo de recursos naturais e de poluição. Para tanto, essa eficiência é avaliada quando se quantitativa o que é extraído da natureza na produção de produto ou naquilo que pode vir a comprometer a natureza, acatando-a na melhoria de vida das pessoas e na preservação para gerações futuras.
De toda forma, qualquer produto oferecido ou serviço prestado à sociedade é indispensável atenção e preocupação no simples ato do fazer, porque pode provocar impactos no meio ambiente. Aí, independendo do que é feito, desde a rude fabricação até o complexo industrial, um fator desgastante causado à natureza, cada vez mais, tem ou terá efeito negativo na imagem de quem produz, ou serve, seja física ou jurídica, seja privada ou pública. Caso aconteça, sem a devida precaução, os custos aumentam, o consumo de recursos pode comprometer iniciativas, os efeitos podem ser devastadores e, aí, haja marketing ou estratégia no reparo de ações que foram
demandadas.
Portanto, face ao mundo moderno, da economia de mercado, da competição acirrada e outros complicadores, é vital atentar e analisar os impactos ambientais em todas as etapas do ciclo de vida para que seja adequadamente considerado. Por isso, é importante utilizar o ciclo de vida como ferramental, indo da matéria-prima até produto ou serviço final, passando da produção, embalagem, transporte, uso, re-uso, deposição, reciclagem e recuperação.
Assim, é indispensável ser percebido na organização uma nova postura de comportamento, atitude e ação comparada com situações antes ocorridas, interagindo com o meio ambiente, através de metodologias e procedimentos sistemáticos e padronizados.
Indiscutivelmente, a International Organization for Standardization - ISO, desenvolveu família de normas internacionais para realizar o ciclo de vida. No Brasil, os instrumentos estão dispostos, através das normas brasileiras da ABNT.
Afora estes aspectos, é importante considerar o que vem do ambiente externo da organização e observar o fornecido em matérias-prima ou derivados de peças ou componentes integrantes do produto acabado. Também necessário é dispor de pessoal qualificado e capacitado, bem como conter e controlar informações de insumos básicos empregados na produção do produto ou serviço.
O que se pretende com a informação do artigo é possibilitar ganhos ambientais e ecológicos através da melhoria da eficiência do produto ou serviço, porque quanto mais transparência, isto é, rotulando no produto ou serviço a avaliação do ciclo de vida, podendo assegurar a competitividade do que é oferecido.
Se você, leitor do blog Faladas e Escritas, gostou do artigo, comente o assunto.
CICLO DE VIDA
Claramente, a Responsabilidade Social tem a ver com o crescimento econômico, a evolução social e a conservação do meio ambiente visando desenvolver e realizar, de maneira harmônica, a otimização dos atores componentes de qualquer sociedade humana, diante dos desafios do novo século.
Dentro desse contexto, a eficiência das atividades do homem é necessária para se um desenvolvimento sustentável que satisfaça os resultados obtidos de determinada atividade com os impactos produzidos sobre o meio ambiente, em termos de consumo de recursos naturais e de poluição. Para tanto, essa eficiência é avaliada quando se quantitativa o que é extraído da natureza na produção de produto ou naquilo que pode vir a comprometer a natureza, acatando-a na melhoria de vida das pessoas e na preservação para gerações futuras.
De toda forma, qualquer produto oferecido ou serviço prestado à sociedade é indispensável atenção e preocupação no simples ato do fazer, porque pode provocar impactos no meio ambiente. Aí, independendo do que é feito, desde a rude fabricação até o complexo industrial, um fator desgastante causado à natureza, cada vez mais, tem ou terá efeito negativo na imagem de quem produz, ou serve, seja física ou jurídica, seja privada ou pública. Caso aconteça, sem a devida precaução, os custos aumentam, o consumo de recursos pode comprometer iniciativas, os efeitos podem ser devastadores e, aí, haja marketing ou estratégia no reparo de ações que foram
demandadas.
Portanto, face ao mundo moderno, da economia de mercado, da competição acirrada e outros complicadores, é vital atentar e analisar os impactos ambientais em todas as etapas do ciclo de vida para que seja adequadamente considerado. Por isso, é importante utilizar o ciclo de vida como ferramental, indo da matéria-prima até produto ou serviço final, passando da produção, embalagem, transporte, uso, re-uso, deposição, reciclagem e recuperação.
Assim, é indispensável ser percebido na organização uma nova postura de comportamento, atitude e ação comparada com situações antes ocorridas, interagindo com o meio ambiente, através de metodologias e procedimentos sistemáticos e padronizados.
Indiscutivelmente, a International Organization for Standardization - ISO, desenvolveu família de normas internacionais para realizar o ciclo de vida. No Brasil, os instrumentos estão dispostos, através das normas brasileiras da ABNT.
Afora estes aspectos, é importante considerar o que vem do ambiente externo da organização e observar o fornecido em matérias-prima ou derivados de peças ou componentes integrantes do produto acabado. Também necessário é dispor de pessoal qualificado e capacitado, bem como conter e controlar informações de insumos básicos empregados na produção do produto ou serviço.
O que se pretende com a informação do artigo é possibilitar ganhos ambientais e ecológicos através da melhoria da eficiência do produto ou serviço, porque quanto mais transparência, isto é, rotulando no produto ou serviço a avaliação do ciclo de vida, podendo assegurar a competitividade do que é oferecido.
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