quarta-feira, dezembro 21, 2005
Responsabilidade Social
Comentários por Cleber Carneiro Motta - administrador e especialista em responsabilidade social
BRECHAS E ENTENDIMENTOS DA NATUREZA HUMANA
A partir da era industrial, havia a promessa do progresso ilimitado na civilização, onde o homem, geração após geração, com fé e esperança, sujeitava a natureza, com sua abundância material, a maior felicidade para maior número de gente e liberdade individual. E isso se deu na aplicação da energia mecânica no progresso da produção ilimitada, do consumo ilimitado, demonstrando a técnica onipresente, a ciência onisciente no seu emprego, subjugando a natureza ao segundo plano, como fornecedora de matéria-prima à criação e vontade do próprio homem.
Diante disso, supunha-se que diante de toda essa realização isto poderia resultar em felicidade para todos. No entanto, o que se via era que a percepção do ontem gerou mais intranqüilidade, mais insatisfação na busca do bem-estar de toda a civilização, no progresso econômico quase irrestrito às nações ricas e, em contrapartida, no fosso e na ampliação cada vez maior entre nações ricas e nações pobres, criando uma relação de interdependência quase ilimitada.
Em face desse cenário, conveniente ressaltar-se que o homem tinha na felicidade como seu principal objetivo de vida, encontrando prazer máximo no que satisfazia como seus desejos ou necessidades e, de modo hedonista, seu culto pessoal, seu egoísmo. Tal situação foi mais acentuada em países como França, Itália e Inglaterra, nos séculos XVIII e XIX.
Segundo o filósofo grego Arístipo, discípulo de Sócrates, o único a defender que o objetivo de vida é obter um máximo prazer físico, apregoou que a felicidade consistiu na soma total dos prazeres conquistados. Por isso, não foi e não é à toa, que países ricos sempre procuram, ao longo da história, um significado diante do prazer ilimitado.
Por outro lado, convinha mencionar que países orientais a existência factual de um desejo constituiu uma norma ética, onde todos se interessavam no bem-estar da humanidade. Tal conduta revelou que um prazer momentâneo não foi, e não é, o aprimoramento do homem como sua razão de ser.
Há de se considerar que os avanços tecnológicos ensejam perigos ecológicos quase sem controle e que podem acabar com toda civilização e, não se espera, com toda a vida.
BRECHAS E ENTENDIMENTOS DA NATUREZA HUMANA
A partir da era industrial, havia a promessa do progresso ilimitado na civilização, onde o homem, geração após geração, com fé e esperança, sujeitava a natureza, com sua abundância material, a maior felicidade para maior número de gente e liberdade individual. E isso se deu na aplicação da energia mecânica no progresso da produção ilimitada, do consumo ilimitado, demonstrando a técnica onipresente, a ciência onisciente no seu emprego, subjugando a natureza ao segundo plano, como fornecedora de matéria-prima à criação e vontade do próprio homem.
Diante disso, supunha-se que diante de toda essa realização isto poderia resultar em felicidade para todos. No entanto, o que se via era que a percepção do ontem gerou mais intranqüilidade, mais insatisfação na busca do bem-estar de toda a civilização, no progresso econômico quase irrestrito às nações ricas e, em contrapartida, no fosso e na ampliação cada vez maior entre nações ricas e nações pobres, criando uma relação de interdependência quase ilimitada.
Em face desse cenário, conveniente ressaltar-se que o homem tinha na felicidade como seu principal objetivo de vida, encontrando prazer máximo no que satisfazia como seus desejos ou necessidades e, de modo hedonista, seu culto pessoal, seu egoísmo. Tal situação foi mais acentuada em países como França, Itália e Inglaterra, nos séculos XVIII e XIX.
Segundo o filósofo grego Arístipo, discípulo de Sócrates, o único a defender que o objetivo de vida é obter um máximo prazer físico, apregoou que a felicidade consistiu na soma total dos prazeres conquistados. Por isso, não foi e não é à toa, que países ricos sempre procuram, ao longo da história, um significado diante do prazer ilimitado.
Por outro lado, convinha mencionar que países orientais a existência factual de um desejo constituiu uma norma ética, onde todos se interessavam no bem-estar da humanidade. Tal conduta revelou que um prazer momentâneo não foi, e não é, o aprimoramento do homem como sua razão de ser.
Há de se considerar que os avanços tecnológicos ensejam perigos ecológicos quase sem controle e que podem acabar com toda civilização e, não se espera, com toda a vida.

