terça-feira, janeiro 24, 2006
Responsabilidade Social
Comentários por Cleber Carneiro Motta - administrador e especialista em responsabilidade social
EDUCAÇÃO: DO INDIVIDUO AO CIDADÃO
No apagar das luzes da primeira metade do século XX, o acontecimento mundial que demarcou mudanças expressivas no cenário das nações foi a Segunda Guerra mundial que acarretou, entre outras coisas, avanços em ciência e em tecnologia, particularmente o investimento global em armamento militar, tendo em vista a bipolarização que o mundo se dividiu nos quase cinqüenta anos posteriores ao do conflito mundial. Portanto, no transcurso desse período, o ideário político-econômico envolveu o interesse dos confrontadores a respeito do capitalismo e do comunismo e, com isso, a exacerbação do poder e do domínio
militar.
Como ilustração, no período final do século passado, os gastos militares globais equivaliam cerca de US$ 1 trilhão por ano, enquanto vários programas para resolver principais necessidades humanas e ambientais correspondiam a US$ 1 bilhão.
Independente de qualquer correlação lógica associada à ciência e à tecnologia, tanto uma, quanto outra está diretamente ligada e voltada à educação e ser vista como necessária à sociedade e conectada a um propósito econômico. E, assim tratada, a educação é para ser percebida como investimento humano.
O mundo moderno exige uma força de trabalho mais preparada e adaptável, onde setores secundários da economia precisam de trabalhadores com maior instrução. Sendo assim, a mão-de-obra empregada tem que estar disposta a atender interesse de camadas da população dos países mais avançados quanto ao lazer e ao turismo.
Com tudo que se queira reverter como avanço no processo de educação, é entendido que este crescimento não acompanha como o ritmo de desenvolvimento da tecnologia, a despeito da necessidade da mão-de-obra bem preparada, adaptável e instruída, como requerida pela
economia moderna. Entretanto, pode-se dizer que esta é uma das ações das empresas voltadas à responsabilidade social quanto ao que destinam recursos financeiros à educação.
Dentre outros aspectos a serem abordados, é fundamental que a educação não seja vista como dependente da economia, mas,e principalmente, como propiciadora do avanço e da tranqüilidade à
sociedade, favorecendo possibilidades ao individuo se tornar, progressivamente, cidadão na busca de melhoria da qualidade de vida,
favorecendo sua auto-condução de forma inteligente e participativo, desfrutando sua vida.
EDUCAÇÃO: DO INDIVIDUO AO CIDADÃO
No apagar das luzes da primeira metade do século XX, o acontecimento mundial que demarcou mudanças expressivas no cenário das nações foi a Segunda Guerra mundial que acarretou, entre outras coisas, avanços em ciência e em tecnologia, particularmente o investimento global em armamento militar, tendo em vista a bipolarização que o mundo se dividiu nos quase cinqüenta anos posteriores ao do conflito mundial. Portanto, no transcurso desse período, o ideário político-econômico envolveu o interesse dos confrontadores a respeito do capitalismo e do comunismo e, com isso, a exacerbação do poder e do domínio
militar.
Como ilustração, no período final do século passado, os gastos militares globais equivaliam cerca de US$ 1 trilhão por ano, enquanto vários programas para resolver principais necessidades humanas e ambientais correspondiam a US$ 1 bilhão.
Independente de qualquer correlação lógica associada à ciência e à tecnologia, tanto uma, quanto outra está diretamente ligada e voltada à educação e ser vista como necessária à sociedade e conectada a um propósito econômico. E, assim tratada, a educação é para ser percebida como investimento humano.
O mundo moderno exige uma força de trabalho mais preparada e adaptável, onde setores secundários da economia precisam de trabalhadores com maior instrução. Sendo assim, a mão-de-obra empregada tem que estar disposta a atender interesse de camadas da população dos países mais avançados quanto ao lazer e ao turismo.
Com tudo que se queira reverter como avanço no processo de educação, é entendido que este crescimento não acompanha como o ritmo de desenvolvimento da tecnologia, a despeito da necessidade da mão-de-obra bem preparada, adaptável e instruída, como requerida pela
economia moderna. Entretanto, pode-se dizer que esta é uma das ações das empresas voltadas à responsabilidade social quanto ao que destinam recursos financeiros à educação.
Dentre outros aspectos a serem abordados, é fundamental que a educação não seja vista como dependente da economia, mas,e principalmente, como propiciadora do avanço e da tranqüilidade à
sociedade, favorecendo possibilidades ao individuo se tornar, progressivamente, cidadão na busca de melhoria da qualidade de vida,
favorecendo sua auto-condução de forma inteligente e participativo, desfrutando sua vida.

